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Polícia

Operação Chave Mestra mira quadrilha de golpes digitais com invasão de bancos e linhas telefônicas

Agentes da Polícia Civil fluminense atuam nesta quarta-feira (4) em ação que apura grupo especializado em fraudes por telefone e invasão de sistemas bancários. Ao todo, são 28 ordens judiciais em quatro unidades da federação.

Operação Chave Mestra mira quadrilha de golpes digitais com invasão de bancos e linhas telefônicas
Imagem da reportagem

Nesta quarta-feira (4), a Polícia Civil do Rio de Janeiro está engajada na Operação Chave Mestra, voltada a uma organização criminosa que se dedica a golpes por telefone e à invasão de sistemas bancários. Na capital fluminense, policiais cumprem ordens de prisão e de busca e apreensão direcionadas a dois suspeitos, em imóveis localizados em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste.

A operação é comandada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com o propósito de desmontar o bando. Os integrantes empregavam técnicas irregulares para tomar posse de linhas telefônicas e de contas de e-mail pertencentes a outras pessoas.

No total, 28 determinações judiciais estão sendo executadas em território do Rio de Janeiro, Goiás, Paraná e Distrito Federal. No Rio de Janeiro, a ação tem a colaboração de policiais civis lotados na Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD).

De acordo com os investigadores, um dos episódios sob apuração diz respeito a uma intrusão nos sistemas de uma instituição financeira. Os malfeitores passaram a controlar a linha telefônica e as contas de e-mail corporativo de um colaborador da companhia.

Tendo em mãos esses recursos, o bando conseguiu penetrar no sistema bancário, fazendo uso indevido dos dados que havia obtido.

Os levantamentos também constataram que o grupo vendia serviços clandestinos de transferência e assunção do controle de linhas telefônicas, método popularmente chamado de derrubada de linha.

Essa modalidade possibilitava que pessoas estranhas ficassem com números telefônicos vinculados a outros indivíduos. Dessa forma, os participantes driblavam sistemas de autenticação e viabilizavam diversos tipos de golpes digitais.

A apuração está a cargo da Delegacia de Investigação de Crimes Especiais (DICESP), ligada ao Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) da Polícia Civil gaúcha.

Com informações de www.ururau.com.br.

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